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quinta-feira, 24 de maio de 2012

Deixe a glória de Deus brilhar.



Muitos cristãos acham  entediante pensar na vida celestial.

O mesmo  pensamento têm a respeito de adoração.
Porém, não deveria ser dessa forma.
Não há nada que possa produzir mais gozo e prazer do que estar na presença do Senhor.
Cada momento em oração é um refrigério para a nossa alma e um motivo de júbilo para nossos corações.
A oração nos fortalece, nos anima, nos faz recuperar as forças espirituais.
Quando gastamos um pouco de nosso tempo diante de Deus, adorando-O e glorificando o Seu nome, nos sentimos fortalecidos e somos capazes de enfrentar, com muito mais coragem e ousadia, os problemas que possam surgir à nossa frente.

O verdadeiro cristão precisa viver abundantemente.

E para que isso aconteça, não pode se afastar da presença do Senhor.
Desta forma ele obtém vitórias em suas lutas, resplandece em seu testemunho, brilha e ilumina os ambientes por onde passa.
A glória do Senhor está presente em tudo o que faz.
Ele não se desvia do caminho porque seus olhos espirituais estão dirigidos a Deus e é o Senhor quem o faz caminhar com firmeza e segurança.

Como diz um antigo cântico jovem:  "Deixe a glória de Deus brilhar, deixe a glória de Deus brilhar, Deixe a glória de Deus brilhar, deixe a glória de Deus brilhar; Deixe a glória de Deus brilhar, Deixe a glória em seu rosto brilhar; Deixe a glória de Deus brilhar em seu rosto, deixe a glória de Deus brilhar."
Você acha que orar e adorar ao Senhor é chato?

Você tem agido com indiferença quando seus irmãos se reúnem para buscar a presença do Senhor?
Talvez seja exatamente isso que esteja faltando para que você seja feliz e tenha uma vida vitoriosa.

Ainda há tempo de você deixar a glória de Deus brilhar em seu rosto.

terça-feira, 15 de maio de 2012

A Promessa Cumprida


Jesus disse que deixaria Seus discípulos por algum tempo, o que de fato fez. Durante os horas terríveis da crucificação, morte e sepultamento, dúvidas cruéis tomaram conta das mentes dos que O amavam, Ele ainda não havia sido "glorificado", e por isso a promessa do Seu Espírito ainda não tinha se concretizado.
Mas nós sabemos o que aconteceu. Deus O levantou dos mortos e Lhe deu glória. Falando a cristãos, as Escrituras dizem que Cristo veio "por amor de vós, que, por meio dele, tendes fé em Deus, o qual o ressuscitou dentre os mortos e lhe deu glória, de sorte que a vossa fé e esperança estejam em Deus" (I Pedro 1:20, 21).
Deus tinha mandado "esperar" pelo Espírito que deveria vir. Jesus ressuscitou dos mortos e foi visto pelos Seus discípulos. Incapazes de compreender o que estava acontecendo, eles não O reconheceram a princípio, e ficaram assustados porque pensavam estar vendo um fantasma. Para confirmar sua realidade física Jesus lhes disse que tocassem nEle, e até pediu algo para comer, Um fantasma não tem carne e ossos, não é? Nem poderia comer, não é verdade?
Então, este era Jesus, não o Espírito que Ele havia prometido. Mesmo assim, Ele disse que continuassem esperando! Ainda não chegara a hora.
A promessa foi cumprida 50 dias depois, no dia de Pentecostes. Que dia! Para nós, com nossa mentalidade prática, terrena, científica, é difícil imaginar os acontecimentos impressionantes daquele dia.
"Ao cumprir-se o dia de Pentecostes, estavam todos reunidas na mesmo lugar; de repente veio do céu um som, corno de um vento impetuoso, e encheu toda a usa onde estavam assentados. E apareceram, distribuídas entre eles, línguas como de fogo, e pousou uma sobre cada um deles. Todos ficaram cheios do Espírito santo, e passaram a falar em outras línguas, segundo o Espírito lhes concedia que falassem" (Atos 2:1-4).
Tinha chegado aquele que eles deveriam "esperar"!

Que diferença faz a ênfase de uma palavra na descrição de um acontecimento de tão abaladora importância! Antes de Pentecostes a ênfase estava na palavra "pedir". "Se vós, que sois maus, sabeis dar boas dádivas aos vossos filhos, quanto mais o Pai celestial dará o Espírito santo àqueles que lhe pedirem?" (Lucas11:13, grifo meu).
Depois de Pentecostes a ênfase estava na palavra "receber". Pedro, em seu Sermão cheio de poder, naquele mesmo dia, disse: "Arrependei-vos, e cada um de vós seja batizado em nome de Jesus Cristo para remissão dos vossos pecados, e recebereis o dom do Espírito Santo" (Atos 2:38, grifo meu).
Estas são as boas novas: não estamos mais esperando pelo Espírito Santo – Ele está esperando por nós. Não estamos mais vivendo em tempo de promessa, mas em dias de cumprimento.
Os que faziam parte da Igreja Primitiva, aqueles homens, mulheres e crianças que conheciam a realidade do poder do Espírita Santo, foram totalmente transformados. O ímpeto de poder que eles experimentaram no dia de Pentecostes é característico da época que nos deu o Novo Testamento. O Espírito Santo foi prometido, a promessa foi cumprida, os discípulos foram transformados, e a glória disto tudo para nós é que Ele está presente em todo crente verdadeiro hoje em dia. Assim, o Seu poder também está à disposição de nós hoje.
Quem é esta Pessoa que Cristo prometeu enviar à terra em Seu lugar? Quem é esta Pessoa que Ele usa para transformar a natureza humana? Quem é esta Pessoa que para dar a você poderes sobrenaturais para enfrentar qualquer dificuldade? E como você e eu podemos experimentar Seu poder em nossas vidas todas os dias?
Descobriremos.

QUEM  É  O  ESPÍRITO  SANTO ?
Alguns anos atrás um professor de quinto ano perguntou aos alunos de sua classe se alguém poderia explicar o eletricidade. Um rapaz levantou a mão. O professor, perguntou: – Como você poderia explicar, Jimmy?
Jimmy coçou a cabeça, pensou, e respondeu: – Ontem à noite eu ainda sabia, mas agora esqueci!
O professor sacudiu tristemente a cabeça e disse para a classe: – Que tragédia! A única pessoa no mundo que já entendeu a eletricidade, e ele esqueceu!
Este professor está na mesma situação que você e eu quando estudamos a doutrina da Trindade. Aceitamos o fato de que a Espírito Santo é Deus, assim como o Pai e o Filho são Deus. Mas quando temos de explicar, estamos num beco sem saída. Nos últimos anos foi falado e escrito sobre a Espírito Santo possivelmente mais do que sobre qualquer outro terna religioso, excetuando o ocultismo. Isto aconteceu principalmente por causa da influência do movimento carismático, que tem sido chamado de "a terceira força" do cristianismo, ao lado do catolicismo e protestantismo. O movimento carismático mais recente, que tem algumas de suas origens no pentecostalismo histórico e dá ênfase ao Espírito Santo, este atualmente permeando profundamente a maioria das principais denominações, bem como o catolicismo. Podemos sentir como o assunto é vasto, e como sabemos pouco sobre ele. Mesmo assim, Deus revelou em Sua Palavra tudo que devermos saber.
Surgirão neste livro muitas perguntas que crentes confusos e às vezes incultos tentaram responder. De fato, milhões de cristãos em todos os continentes estão fazendo estas perguntas. Estão procurando e merecem respostas bíblicas.
Por exemplo: O que é o batismo da Espírito santo? Quando ocorre? Falar em línguas é possível ou necessário hoje em dia? Existe urna experiência chamada "segunda bênção"?
Para iniciar nosso estudo, temos de colocar bem no começo uma pergunta crítica: Quem é o Espírito santo?

O Espírito Santo é uma Pessoa
A Bíblia ensina que o Espírito Santo é uma pessoa. Jesus nunca chamou o Espírito Santo de "isto" quando falava dEle. Em João 14, 15 e 16, por exemplo, Jesus falou do Espírito Santo como "Ele", porque Ele não é uma força ou uma coisa, mas uma pessoa. Falta instrução ou mesmo discernimento a alguém que trata o Espírito Santo como "isto".
Na Bíblia vermos que o Espírito Santo tem intelecto, emoções e vontade. Além disto, a Bíblia diz que Ele faz coisas que uma força não faria, somente uma pessoa real.
Ele fala: "Quem tem ouvidos, ouça o que o Espírito diz às igrejas, Ao vencedor dar-lhe-ei que se alimente da árvore da vida que se encontra no paraíso de Deus" (Apoc. 2:7).
"E, servindo eles ao Senhor, e jejuando, disse o Espírito Santo: separai-me agora a Barnabé e a Saulo para a obra a que os tenho chamado" (Atos 13:2).
Ele intercede: "Do mesmo modo também o Espírito nos ajuda na fraqueza; porque não sabemos o que havermos de pedir como convém, mas o Espírito mesmo intercede por nós com gemidos inexprimíveis" (Rom. 8:26, IBB).
Ele testifica: "Quando, porém, vier o Consolador, que eu vos enviarei do parte do Pai, o Espírito da verdade, que dele procede, esse dará testemunho de mim" (João 15:26).
Ele guia: "Então disse o Espírito a Filipe: Aproxima-te desse carro, acompanha-o" (Atos 8:29).
"Pois todos os que são guiados pelo Espírito de Deus são filhos de Deus." (Rom, 8:14).
Ele ordena: "E percorrendo a região frígio-gálata, tendo sido impedidos pelo Espírito santo de pregar a palavra na Ásia, defrontando Mísia, tentavam ir para Bitínia, mas a Espírita de Jesus não o permitiu" (Atos 16:6, 7).
Ele conduz: "Quando vier o Espírito da verdade, Ele vos guiará a toda a verdade; porque não falará por si mesmo, mas dirá tudo o que tiver ouvido, e vos anunciará as coisas que hão de vir" (João 16:13).
Ele nomeia: "Cuidem de vocês mesmos e de todo o rebanho. Pois o Espírito Santo os pôs como guardiães do rebanho, para pastorear a Igreja de Deus, que ele comprou por meio do sangue do Seu própria Filho" (Atos 20:28, BLH).
Pode-se mentir para Ele: "Então disse Pedro: Ananias, por que encheu Satanás o teu coração, para que mentisses ao Espírito Santo, reservando parte do valor do campo? Conservando-o, porventura, não seria teu? E, vendido, não estaria em teu poder? Como, pois, assentaste no coração este desígnio? Não mentiste aos homens, mas a Deus" (Atos 5:3, 4).
Pode-se insultá-Lo: "De quanto mais severo castigo julgais vós será considerado digno aquele que calcou aos rés o Filho de Deus, e profanou o sangue da aliança com o qual foi santificado, e ultrajou o Espírito da graça?" (Heb. 10:29).
Pode-se blasfemar contra Ele: "Por isso vos declaro: Todo pecado e blasfêmia serão perdoados aos homens; mas a blasfêmia contra a Espírito Santo não será perdoada. Se alguém proferir alguma palavra contra o Filho do homem ser-lhe-á isto perdoado; mas se alguém falar contra o Espírito Santo, não lhe será isto perdoado, nem neste mundo, nem no porvir" (Mat. 12:31, 32).
Pode-se entristecê-Lo: "E não entristeçais o Espírito de Deus, no qual fostes seladas para o dia da redenção" (Efés. 4:30).
Cada uma das emoções e atitudes que alistarmos são características de uma pessoa. O Espírito Santo não é uma força impessoal, como a gravidade e o magnetismo. Ele é uma Pessoa, com todos os atributos de uma personalidade. Mas não é só Pessoa; também é divino.

Fonte: Livro O ESPIRITO SANTO Billy Graham

O ANELO DO HOMEM – O PRESENTE DE DEUS

O ser humano tem dois grandes anelos. Um é por perdão. O outro é por bondade. Consciente ou inconscientemente seu ser interior anseia pelos dois. Há momentos em que até grita por eles, apesar de, em sua agitação, confusão, solidão, medo e pressões às vezes não saber pelo que ele está gritando.
Deus respondeu este primeiro pedido de ajuda, por perdão, no Calvário. Deus enviou seu único Filho a este mundo para morrer por nossos pecados, para que possamos obter perdão. Isto é um presente – o presente da salvação. Este presente está sempre à disposição de todos que admitem com sinceridade que erraram, que pecaram, Ele é dado a todos que estendem a mão e aceitam o presente de Deus, recebendo Jesus Cristo como seu Senhor e Salvador. Paulo a chama de a dádiva "indescritível" de Deus (2 Cor. 9:15, NTV).
Mas Deus também ouviu o nosso segundo anseio, aquele anelo por bondade, e o respondeu no dia de Pentecostes. Deus não quer que venhamos a Cristo pela fé para depois viver derrotados, desencorajados, frustrados. Pelo contrário, Ele quer "cumprir com poder todo propósito de bondade (fazer o bem, BLH) e obra de fé; a fim de que o nome de nosso Senhor Jesus Cristo seja glorificado em vós" (2 Tess. l :11, 12).    À grande dádiva do perdão Deus acrescenta a grande dádiva do Espírito Santo. Ele é a fonte do poder que satisfaz a nossa necessidade de escapar da fraqueza miserável que nos prende. Ele nos faz capaz de sermos realmente bons.
Se quisermos viver uma vida sensata neste mundo moderno, se quisermos ser homens e mulheres que possam viver de maneira vitoriosa, precisamos deste presente duplo que Deus nos oferece: primeiro, a obra do Filho de Deus por nós; segundo, a abra do Espírito de Deus em nós. Este foi o meio de Deus satisfazer os dois maiores desejos da humanidade: obter perdão, e ser bom.
Um amigo me disse certa vez: – Eu preciso de Jesus Cristo para minha vida eterna, e o Espírito soma para minha vida interna.
Se você crê em Jesus Cristo, está à Sua disposição um poder que pare modificar a Sua vida, mesmo em áreas tão íntimas como Seu casamento, seu relacionamento com a família e com outras pessoas. Deus, também, oferece poder que pode mudar uma igreja cansada em um corpo vivo e que cresce, um poder que pode revitalizar a cristandade.
Infelizmente este poder tem sido ignorado, mal-entendido, mal-usado. Com nossa ignorância nós causamos um curto-circuito no poder do Espírito Santo.
Muitos livros foram escritos sobre este poder, muitas orações foram feitas por este poder. Multidões de cristãos gostariam de tê-lo, mas não sabem direito o que ele é.
Quando o mundo olha para um cristão, tem em mente alguns clichês: vê o crente como uma pessoa obstinada, séria e sem senso de humor; alguém que não consegue fazer as coisas por si e por isso um "Deus como muleta"; alguém que esqueceu seu cérebro no jardim de infância.
Bem, se este clichê se aplica mesmo a nós ou à Igreja, de alguma maneira, então precisamos conhecer o poder maravilhoso e revolucionário que está exclusivamente à disposição dos que crêem em Cristo. Ninguém pode comprá-lo, ganhá-lo, exigi-lo ou usá-lo sem conhecer ames a Sua origem.

O Espírito Santo foi Prometido

Quando Jesus estava ensinando Seus discípulos, preparando-os para o que Ele sabia ser o fim, Seu coração estava preocupado com eles, porque sabia que eles estavam confusos e tristes. Posso imaginá-Lo indo de um em um, pondo seu braço ao redor do ombro deles. A cada um ele explicava em palavras simples, assim como nós o fazemos com nossas crianças, as verdades importantes que queria que eles entendessem. A certa altura Ele disse: "Agora vou para junto daquele que me enviou, e nenhum de vós me pergunta: Para onde vais? Pelo contrário, porque vos tenho dito estas coisas, a tristeza encheu o vosso coração. Mas eu vos digo e verdade: Convém-vos que eu vá, porque se eu não for, o Consolador não virá para vós outros; se, porém, eu for, eu vo-lo enviarei" (João 16:5-7).
Isto é uma promessa! A vinda do Espírito estava baseada sobre a palavra do Senhor Jesus Cristo. Não foram estabelecidas condições, Jesus me disse que enviaria o Consolador (ou "Ajudador") a alguns crentes, e não a outros. Nem disse que deveríamos pertencer a alguma organização especial ou estar mais alto na escala de espiritualidade do que outros. Ele disse especialmente: "Se eu for, eu vo-lo enviarei."
Quando Jesus faz uma promessa, ele não a quebra nem a esquece. Podemos duvidar da promessa de algum amigo ou de alguém da família; podemos até duvidar das nossas promessas feitas a outros. Mas Jesus nunca nos deu uma promessa que tenha alguma sombra de dúvida. 
Algumas pessoas rebaixam Jesus Cristo, chamando-O de um "grande líder" ou um dos maiores líderes religiosos do mundo, Entretanto, no tocante a promessas, é interessante contrastar suas palavras com as de outros grandes líderes religiosos ou filosóficos. Por exemplo, quando o fundador do budismo estava se despedindo dos seus seguidores, disse: "Vocês têm de ser sua própria luz!" Ou quando Sócrates estava para tomar aquele copo fatal, um dos discípulos lamentou-se, dizendo que ele os estava deixando órfãos. Os líderes das religiões e filosofias do mundo não eram capazes de prometer que nunca deixariam os seus seguidores.
Os discípulos de Jesus Cristo, no entanto, não foram deixados sós. Ele disse: "Não vos deixarei órfãos, voltarei para vós outros" (João 14:18). É interessante notar que a palavra grega para "órfãos" é a mesma que o discípulo de Sócrates usou quando compreendeu que seu mestre o deixaria sozinho.

Fonte: Livro O ESPIRITO SANTO      /     Billy Graham

quinta-feira, 10 de maio de 2012

A Segurança da Salvação


 “Estas coisas vos escrevi, para que saibais que tendes a vida eterna e para que creais no nome do Filho de Deus.” Jo 5.13

Todo cristão deseja ter a certeza da salvação, ou seja: a certeza de que, quando Cristo voltar ou a morte chegar, esse cristão irá estar com o Senhor, no céu (Fp 1.23; 2Co 5.8). O propósito de João ao escrever esta primeira epístola é que o povo de Deus tenha esta certeza (5.13). Note que João não declara em parte alguma da carta que uma experiência de conversão vivida apenas no passado proporciona certeza ou garantia da salvação hoje. Supor que possuímos a vida eterna, tendo por base única uma experiência passada, ou uma fé morta, é um erro grave. Esta epístola expõe nove maneiras de sabermos que estamos salvos como crentes em Jesus Cristo.

(a) Temos a certeza da vida eterna quando cremos “no nome do Filho de Deus” (5.13; cf. 4.15; 5.1, 5). Não há vida eterna, nem certeza da salvação, sem uma fé inabalável em Jesus Cristo; fé esta que o confessa como o Filho de Deus, enviado como Senhor e Salvador nosso

(b) Temos a certeza da vida eterna quando temos Cristo como Senhor da nossa vida e procuramos sinceramente guardar os seus mandamentos. “E nisto sabemos que o conhecemos: se guardarmos os seus mandamentos. Aquele que diz: Eu conheço-o e não guarda os seus mandamentos é mentiroso, e nele não está à verdade. Mas qualquer que guarda a sua palavra, o amor de Deus está nele verdadeiramente aperfeiçoado; nisto conhecemos que estamos nele” (2.3-5; ver também 3.24; 5.2; Jo 8.31, 51; 14.23; Hb 5.9).

(c) Temos a certeza da vida eterna quando amamos o Pai e o Filho, e não o mundo (2.15; cf. 5.4; ver o estudo).

(d) Temos a certeza da vida eterna quando habitual e continuamente praticamos a justiça, e não o pecado (2.29). Por outro lado, quem vive na prática do pecado é do diabo (3.7-10; ver 3.9 nota).

(e) Temos a certeza da vida eterna quando amamos os irmãos (3.14; ver também 2.9-11; 4.7, 12, 20; 5.1; Jo 13.34,35).

(f) Temos a certeza da vida eterna quando temos consciência da habitação do Espírito Santo em nós. “E nisto conhecemos que ele está em nós: pelo Espírito que nos tem dado” (3.24). Ver também 4.13: “Nisto conhecemos que estamos nele, e ele em nós, pois que nos deu do seu Espírito”.

(g) Temos a certeza da vida eterna quando nos esforçamos para seguir o exemplo de Jesus e viver como ele viveu (2.6; cf. Jo 13.15).

(h) Temos a vida eterna quando cremos, aceitamos e permanecemos na “Palavra da vida

(i) Temos a certeza da vida eterna quando temos um intenso anelo e uma inabalável esperança pela volta de Jesus Cristo, para nos levar para si mesmo. “Amados, agora somos filhos de Deus, e ainda não é manifesto o que havemos de ser. Mas sabemos que, quando ele se manifestar, seremos semelhantes a ele; porque assim como é o veremos. E qualquer que nele tem esta esperança purifica-se a si mesmo, como também ele é puro” (3.2,3; cf. Jo 14.1-3).

A ESPERANÇA BÍBLICA.

A esperança, pela sua própria natureza, diz respeito ao futuro (cf. Rm 8.24,25). Porém, ela abrange muito mais do que uma simples vontade ou anseio por algo futuro. Esta esperança consiste numa certeza na alma, uma firme confiança sobre as coisas futuras, porque tais coisas decorrem da revelação e das promessas de Deus. Em outras palavras, a esperança bíblica do crente está intimamente vinculada a uma fé firme (Rm 15.13; Hb 11.1) e a uma sólida confiança em Deus (Sl 33.21,22). A salmista expressa claramente este fato mediante um paralelo entre “confiança” e “esperança”: “Não confieis em príncipes nem em filhos de homens, em quem não há salvação. Bem-aventurado aquele que tem o Deus de Jacó por seu auxílio e cuja esperança está posta no SENHOR, seu Deus” (Sl 146.3,5; cf. Jr 17.7). Por conseguinte, a esperança firme do crente é uma esperança que “não traz confusão” (Rm 5.5; cf. Sl 22.4,5; Is 49.23); a esperança, portanto, é uma âncora para o crente através da vida (Hb 6.19,20). 
O alicerce da esperança segura do crente procede da natureza de Deus, de Jesus Cristo e da Palavra de Deus. (1) As Escrituras revelam como Deus sempre foi fiel, no passado, ao seu povo. O Salmo 22, por exemplo, revela a luta de Davi numa situação pessoal crítica, que ameaça a sua vida. Todavia, ao meditar nos feitos de Deus no passado ele confia que Deus o livrará: “Em ti confiaram nossos pais; confiaram, e tu os livraste” (22.4). O poder maravilhoso que o Deus Criador já manifestou em favor do seu povo está exemplificado no êxodo, na conquista de Canaã, nos milagres de Jesus e dos apóstolos, e em casos semelhantes, os quais edificam a nossa confiança no Senhor como nosso ajudador (cf. 105; 124.8; Hb 13.6; ver Êx 6.7 nota). Por outro lado, aqueles que não conhecem a Deus não têm em que se firmar para terem esperança (Ef 2.12; 1Ts 4.13). (2) A plenitude da revelação do novo concerto em Jesus Cristo acresce mais uma razão para a esperança inabalável em Deus. Para o crente, o Filho de Deus veio para destruir as obras do diabo (1Jo 3.8), que é o “deus deste século” (2Co 4.4; cf. Gl 1.4; Hb 2.14; ver 1Jo 5.19). Jesus, ao expulsar demônios durante o seu ministério terreno, demonstrou seu poder sobre Satanás. Além disso, pela sua morte e ressurreição, Ele esmagou o poder de Satanás (cf. Jo 12.31) e demonstrou o poder do reino de Deus. Não é de se estranhar, portanto, o que Pedro exclama a respeito da nossa esperança: “Bendito seja o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, que, segundo a sua grande misericórdia, nos gerou de novo para uma viva esperança, pela ressurreição de Jesus Cristo dentre os mortos” (1Pe 1.3). Jesus é, pois, chamado nossa esperança (Cl 1.27; 1Tm 1.1); devemos depositar nele a nossa esperança, mediante o poder do Espírito Santo (Rm 15.12,13; cf. 1Pe 1.13; ver Êx 17.11 nota). (3) A Palavra de Deus é a terceira base da esperança. Deus revelou sua Palavra através dos profetas e apóstolos no passado; Ele os inspirou pelo Espírito Santo para escreverem isentos de erros (2Tm 3.16; 2Pe 1.19-21). Pelo fato de que sua eterna Palavra permanece firme nos céus (Sl 119.89), podemos depositar nossa esperança nessa Palavra (Sl 119.49, 74, 81, 114, 147; 130.5; cf. At 26.6; Rm 15.4). De fato, tudo quanto sabemos a respeito de Deus e de Jesus Cristo vem da revelação infalível das Sagradas Escrituras.

A suprema esperança e confiança do crente não devem estar em seres humanos (Sl 33.16,17; 147.10,11), nem em bens materiais, nem em dinheiro (Sl 20.7; Mt 6.19-21; Lc 12.13-21; 1Tm 6.17; ver Nm 18.20), antes deve estar em Deus, no seu Filho Jesus e na sua Palavra. E em que consiste esta esperança? Temos esperança na graça de Deus e no livramento que Ele nos oferece, nas tribulações desta vida presente (Sl 33.18,19; 42.1-5; 71.1-5,13-14; Jr 17.17,18). (2) Temos esperança de que chegará o dia em que nossas tribulações cessarão aqui na terra, quando esta não estará mais sujeita à corrupção, e terá lugar a redenção (ressurreição) do nosso corpo (Rm 8.18-25; cf. Sl 16.9,10; 2Pe 3.12; ver At 24.15). (3) Temos esperança da consumação da nossa salvação (1Ts 5.8). (4) Temos a esperança de uma casa eterna nos novos céus (2Co 5.1-5; 2Pe 3.13; ver Jo 14.2 nota), naquela cidade cujo arquiteto e edificador é Deus (Hb 11.10). (5) Temos a bendita esperança da vinda gloriosa do nosso grande Deus e Salvador, Jesus Cristo (Tt 2.13), quando, então, os crentes serão arrebatados da terra, para o encontro com Ele nos ares (1Ts 4.13-18), e, quando, então, nós o veremos como Ele é e nos tornaremos semelhantes a Ele (Fp 3.20,21; 1Jo 3.2,3). (6) Temos a esperança de receber a coroa da justiça (2Tm 4.8), de glória (1Pe 5.4) e da vida (Ap 2.10). Finalmente, temos a esperança da vida eterna (Tt 1.2; 3.7); da vida garantida a todos que confiam no Senhor Jesus Cristo e o obedecem (Jo 3.16,36; 6.47; 1Jo 5.11-13).
Com promessas tão grandes reservadas àqueles que esperam em Deus e no seu Filho Jesus, Pedro nos conclama: “estai sempre preparados para responder com mansidão e temor a qualquer que vos pedir a razão da esperança que há em vós” (1Pe 3.15).

quinta-feira, 19 de abril de 2012

valor da amizade

    Você já parou para pensar sobre o valor da amizade?
Às vezes nos encontramos preocupados, ansiosos, em volta há situações complicadas, nos sentindo meio que perdidos, mas somente o fato de conversarmos com um amigo, desabafando o que nos está no íntimo, já nos sentimos melhor, mesmo que as coisas permaneçam inalteradas.
Quantas vezes são os amigos que nos fazem sorrir quando tínhamos vontade de chorar, mas a sua simples presença nos traz de volta o brilho da vida.
A simplicidade das brincadeiras pueris, a conversa informal naqueles momentos de descontração, uma conversa rápida ao telefone, no vai e vem do dia ou da noite, no bate -papo pela Internet, no ambiente do trabalho ou da escola, enfim, em qualquer lugar a qualquer hora.
Entretanto, não existe só alegria, amor, felicidade nesta relação, ela é como qualquer outro relacionamento, passa por crises passageiras, por momentos intempestivos, abalos ocasionais.
Ainda que tenhamos muito carinho pelo amigo em questão, às vezes por insegurança, por ciúmes, por estarmos emocionalmente alterados ou nos sentindo pressionados, acabamos sendo injustos com ele e isso pode ser recíproco.
Podemos comparar esse elo de amizade como o
tempo que passa por alterações climáticas constantemente, mas é dessa forma que aprendemos a nos conhecer, compartilhar momentos e que se desenvolve uma amizade.
Diante do amigo somos nós mesmos, deixamos vir à tona nossos pensamentos a respeito das coisas, da vida, nos mostramos como verdadeiramente somos.
Há amigos que nos ensinam muito, nos fazem enxergar situações que às vezes não percebemos o seu real sentido, compartilham a suas experiência conosco, nos falam usando da verdade que buscamos encontrar.
São eles também que nos chamam a razão, chamando a nossa atenção quando agimos de modo contraditório, que nos dizem coisas que não queremos ouvir, aceitar ou compreender, são eles que são capazes nos fazer enxergar nossos defeitos se espelhando nos defeitos dele.
Ao longo de nossa vida muitos amigos passam por ela e nos deixam saudades, mas também deixam a recordação de tudo que foi vivido. É na amizade verdadeira que encontramos a sinceridade, lealdade, afinidade, cumplicidade, simplicidade, fraternidade.
Amigos são irmãos que a vida nos deu para caminhar conosco ao longo da nossa jornada espiritual, extrapolando os limites do tempo, continuando quando e onde Deus assim o permitir.

A lealdade na amizade.

A lealdade é parte de uma amizade genuína. A Bíblia diz em Provérbios 17:17 “O amigo ama em todo o tempo; e para a angústia nasce o irmão.”
O melhor amigo que podemos ter é Jesus. A Bíblia diz em João 15:15 “Já não vos chamo servos, porque o servo não sabe o que faz o seu senhor; mas chamei-vos amigos, porque tudo quanto ouvi de meu Pai vos dei a conhecer.”
Escolha amigos que amem ao Senhor e que tenham corações puros. A Bíblia diz em 2 Timóteo 2:22 “Foge também das paixões da mocidade, e segue a justiça, a fé, o amor, a paz com os que, de coração puro, invocam o Senhor.”
Que características necessita para ser um bom amigo? A Bíblia diz em Filipenses 2:3-4 “Nada façais por contenda ou por vanglória, mas com humildade cada um considere os outros superiores a si mesmo; não olhe cada um somente para o que é seu, mas cada qual também para o que é dos outros.”
Bisbilhotice pode destruir amizades. A Bíblia diz em Provérbios 16:28 “O homem perverso espalha contendas; e o difamador separa amigos íntimos.”
Vale a pena manter os nossos amigos. A Bíblia diz em Provérbios 27:9-10 “O óleo e o perfume alegram o coração; assim é o doce conselho do homem para o seu amigo. Não abandones o teu amigo, nem o amigo de teu pai; nem entres na casa de teu irmão no dia de tua adversidade. Mais vale um vizinho que está perto do que um irmão que está longe.”
Um amigo se preocupa conosco de tal forma que tem que ser honesto conosco mesmo que nos ofenda. A Bíblia diz em Provérbios 27:6 “Fiéis são as feridas d'um amigo; mas os beijos d'um inimigo são enganosos.”